Normal (movie)

I watched Normal today. It’s a good movie about a tragedy – a teenager died in a car accident and three people related to this unhappy fact have their story told in the movie.

What called my attention was the way people reacted to this adversity. All of the three suffered from what happened. One of them wanted everything related to the teenager to kept untouchable, to keep good memories alive. By doing it, this character stopped caring about the other people around until reality blowed up in its face, then it realized it has to change. It needed help in order to move on.

The 2nd character had to face the accident in jail. With that, antisocial and aggressive behaviour became part of its temper, but this situation softened by living again with what could be called normal people… yes, “normal” is relative.

And the 3rd character, the most guilty of the three in my opinion, didn’t have its punishment on jail. During the movie, it wasn’t set clear that it suffered from the accident and it sounded the most responsible character of the group. At the end, in a moment of sorrow, he admitted his guilt, felt the anger of someone related to the teenager as a penalty and could move on.

If you didn’t understand it very well, fine. It was on purpose, watch the movie!

My point is that it’s normal to feel sorry for something we have done. Sometimes trying to overcome it alone is hard and painful. If there’s someone offering a hand to you to make it easier, accept it. It’s worthy, you won’t be dependant of this person, friends are needed. Lean on it but do not depend on it.

Ask those three characters of the movie. They would agree with me.

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Vi o filme “Normal” hoje. É um bom filme sobre uma tragédia – um adolescente morreu em um acidente de carro e é contada a história de três pessoas ligadas a ele.

O que chamou a minha atenção foi o jeito com que as pessoas reagiram ao ocorrido. Os três sofreram com o acontecimento. Um dos três queria manter todas as coisas do adolescente intocadas, para manter as memórias vivas. Ao fazer isso, esse personagem deixou de se importar com as pessoas ao seu redor até a realidade explodir em sua cara. Após isso, ele percebeu que precisava mudar e pediu ajuda para poder seguir em frente.

O segundo personagem enfrentou o acidente em sua estadia na prisão. O convívio ali tornou-o agressivo e anti-sociável, mas essa situação foi amenizada ao lidar novamente com o que poderíamos chamar de pessoas normais… bom, “normal” é relativo.

E o terceiro personagem, o mais culpado dos três na minha opinião, não teve que passar pela cadeia. Ao longo do filme, não ficou muito claro que ele tenha sofrido com o acidente e ainda assim ele aparentou ser o mais responsável do trio. No final, em um momento de arrependimento, ele admitiu sua culpa e sentiu a ira de alguém ligado ao adolescente como punição. Com isso, conseguiu seguir em frente.

Se a explicação não ficou muito clara, tudo bem. Foi de propósito, veja o filme!

O que quero dizer é que é normal nos sentirmos culpados por algo que fizemos. Às vezes, superar esse acontecimento é difícil e doloroso. Se tiver alguém lhe estendendo a mão para facilitar a recuperação, aceite-a. Vale a pena, não é o caso de ficar dependente dessa pessoa, todos precisam de amigos. Aceite a ajuda, mas não fique dependente dela.

Pergunte aos três do filme. Eles concordariam comigo.

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