1st week of graduation course / 1ª semana da especialização no Rio

Hello, everyone. It has been quite a long time since I have last written here.

What’s news?

Regarding the CIs, they’re fine. I feel I am able to hear and understand more in stereo lol. It happens quite often that one of them runs out of battery and I feel lost until I replace it. I want a new map on the more recent implanted side to keep improving. Hearing with them is a pleasure.

I got accepted to attend a graduation course on Cultural Accessibility in Rio de Janeiro, which occurs a week per month during 9 months. The first week of the course happened a week ago and it was really cool. It took place at Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro Nacional Library, straight translation), where we learned about the existing policies and acessibility in cultural places, acessibility courses being offered in Universities, experiences and products available in the market.

The lectures were accessible too. The course offered stenography, interpreters and audiodescription. The content of the lectures will be available soon, since basically everything said was recorded by the stenography program.

I took some notes about what called my attention. Let’s see.

One of the speakers, Dolores Tomé, mentioned about Braille music. This way, Braille users can play instruments just as they can read Braille. I don’t know about you, but I found it interesting and cool.

She told us some of her adventures around the world. In Ilha de Marajó, Brazil, a lot of deaf and blind people were looking for the university course Letters/French. Due to this particular group of students, LIBRAS and Braille were inserted to the curriculum of this course.

A wheelchaired woman, Viviane Macedo, advertised a wheelchair dance competition. It happens every 2 years. It is a kind of dance I did not know of and I would like to watch.

Daina Leyton spoke on behalf of Museu de Artes Modernas (MAM)-SP. She said that “before you plan anything, you have to think on access”. The Ibirapuera Park, where the MAM is located, was under maintenance to become more accessible. The MAM-SP offers audioguides, video in signs, sculptures in the garden to be touched by the visually impaired.  Deaf educators were successfully trained to present the art collection.

Guilherme Vergara told us his experience with his blind friend, Eugênio. Since they met daily during a short period of time, Guilherme had to put himself in Eugênio’s shoes. “Tell me what is going on”, Eugênio said. What is the language to be used? What will the other person understand? You don’t know the answer? Ask, we are here to learn.

Hugo Eiji approached the Deaf Culture in his speech. I liked the fact that he began his speech saying that the deaf group is heterogeneous. There is a term called De’VIA – Deaf View, Image, Art -, meaning art of deaf, portraiting some aspect of deafness (e.g., sign language, communication issues). He also mentioned a place I would like to visit someday in Israel, called Nalaga’at Center (http://www.nalagaat.org.il/home.php). Check the website for more details.

Rutônio and Oswaldo showed us some assistive products available to Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro’s visually impaired visitors. Smartview Xtend and Smartview 7000 are magnifiers to help the low vision people. There is a Braille printer at the library, currently interrupted. The equipment that amazed me is Poet Contact, which scans, saves and transforms the text, whether if Portuguese, Spanish or English ones, to MP3 or written .rtf/.doc files. Not many people use these services, since they would have to go to the library to get it done and reaching there is hard.

My notes finished. I guess that’s it for now. Hope you have found interesting and useful information here.

PS.: If you know Portuguese, I left some links at the end of this post.

—-

Oi, pessoal. Faz um bom tempo que escrevi aqui pela última vez.

Quais as novidades?

Sobre os implantes, tá tudo bem. Tô me sentindo melhor ouvindo em stereo hehe. Tem acontecido com alguma frequência de as pilhas de um deles acabar e até trocá-las, sinto-me um pouco perdido. Quero mapear de novo o OD (lado mais recente) para melhorar mais e mais. Escutar com eles é um prazer.

Tô fazendo um curso de especialização em Acessibilidade Cultural no Rio de Janeiro, que acontece 1 semana por mês, durante 9 meses. A 1ª semana do curso foi na semana passada, foi bem legal. Foi na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, onde pudemos aprender sobre a política e acessibilidade existentes em espaços culturais, cursos sobre acessibilidade oferecidos em universidades, experiências e produtos disponíveis no mercado.

As palestras estavam acessíveis também. Teve estenotipia, intérpretes e audiodescrição. O conteúdo das apresentações estarão disponíveis em breve, já que praticamente tudo que foi dito foi gravado pelo programa de estenotipia.

Fiz algumas anotações do que chamou minha atenção. Vejamos.

Uma das palestrantes, Dolores Tomé, falou sobre musicografia Braille. Dessa forma, os usuários de Braille podem trocar instrumentos assim como leem em Braille. Não sei quanto a vocês, mas achei curioso e maneiro.

Ela contou algumas de suas peripécias pelo mundo. Na Ilha de Marajó, bastantes surdos e cegos queriam fazer o curso de Letras-Francês. Graças a esse grupo peculiar de alunos, as disciplinas de LIBRAS e Braille foram incluídas no currículo desse curso.

Uma mulher cadeirante, Viviane Macedo, divulgou uma competição de dança de cadeiras de rodas. Acontece bienalmente. Não conhecia essa modalidade de dança, gostaria de dar uma olhada.

Daina Leyton representou o Museu de Artes Modernas (MAM)-SP. Disse que “antes de se pensar qualquer coisa, tem que se pensar no acesso”. O Parque Ibirapuera, onde está localizado o MAM, estava em obras para se tornar mais acessível. O museu oferece audioguias, vídeo em sinais, esculturas no jardim para as pessoas com deficiência visual tocar. Educadores surdos foram treinados com sucesso para mediar a coleção de arte.

Guilherme Vergara nos relatou sua experiência com seu amigo cego, Eugênio. Com a convivência diária durante algum tempo, Guilherme teve que se colocar no lugar do Eugênio. “Me diz o que tá acontecendo”, Eugênio provocava. Qual é a linguagem a ser usada? O que a outra pessoa entenderá? Não sabe a resposta? Pergunte, estamos aqui para aprender.

Hugo Eiji abordou a Cultura Surda em sua palestra. Gostei que ele começou dizendo que este grupo é bem heterogêneo. Existe um termo chamado De’VIA – Deaf View, Image, Art -, significando arte por surdos, retratando algum aspecto da surdez (por exemplo, língua de sinais, tópicos de comunicação). Ele também mencionou um lugar que eu gostaria de visitar um dia em Israel, chamado Nalaga’at Center (http://www.nalagaat.org.il/home.php). Querendo saber mais detalhes, cliquem no link acima.

Rutônio e Oswaldo nos mostraram algumas tecnologias assistivas disponíveis para os visitantes com deficiência visual da Biblioteca Nacional do Rio. Smartview Xtend e Smartview 7000 são amplificadores para ajudar as pessoas com baixa visão. Tem também uma impressora Braille na biblioteca, atualmente suspensa. O equipamento mais interessante para mim foi o Poet Contact, que escaneia, armazena e transforma o texto, pode ser português, espanhol ou inglês, em arquivos MP3 ou escritos, .rtf/.doc. Não são muitos usuários que aproveitam esses serviços, pois precisariam ir à biblioteca para usufruir deles e o acesso até ela é difícil.

Acabaram minhas anotações. Por ora é só. Espero que tenham achado informações úteis aqui.

Seguem alguns links sobre alguns dos tópicos citados acima.

http://deafness.about.com/od/deafculture/a/deafart.htm

http://www.acessibilidadetotal.com.br/aulas-acessiveis-2-transcricao-de-aulas/

http://www.ufjf.br/secom/2013/01/18/comite-avalia-instalacoes-locais-para-campeonato-mundial-de-danca-em-cadeira-de-rodas/

http://economia.terra.com.br/terra-da-diversidade/pentacampea-cria-metodo-para-danca-com-cadeira-de-rodas,d478b920548da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

http://www.tecnologia-assistiva.org.br/produtos.php?det=s&id_produto=1302
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